Por Camila Pessoa
Os jornais soteropolitanos A TARDE e Correio publicaram reportagens sobre o projeto “Ecossistemas multiplataforma e ataques à integridade da informação em saúde: impactos, padrões de disseminação e estratégias de mitigação”. A pesquisa é desenvolvida pelo Programa Integrado de Economia, Tecnologia e Inovação em Saúde (PECS), do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA).
Com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNpq), o estudo utilizou métodos computacionais para analisar 86.568 postagens no Telegram de conteúdo desinformativo sobre vacinas.
As mensagens foram compartilhadas em 542 canais e 286 grupos, ao longo do período de 1º de abril de 2025 a 31 de março de 2026. Os dados foram coletados em parceria com o Laboratório de Humanidades Digitais (LABHDUFBA).
A matéria do A TARDE teve destaque de capa no jornal impresso desta terça-feira (19). Nela, o repórter Madson Souza publicou depoimentos dos coordenadores do PECS e do LABHDUFBA, respectivamente Márcio Natividade e Leonardo Nascimento. Eles contaram sobre um dos resultados preliminares da pesquisa: a descoberta de esquemas de venda de certificados de vacinação falsos.
O assunto também foi tema de uma reportagem do Jornal Correio, da repórter Maysa Polcri. Além de expor a venda dos certificados falsos, a matéria também abordou alguns dos objetivos futuros do projeto. Para a elaboração da reportagem, a jornalista conversou com a doutoranda em Saúde Coletiva no ISC e integrante do projeto, Maria Paula Caldas.
Saiba mais nas reportagens completas do A TARDE e Jornal Correio.







