O Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) realiza, no dia 24 de abril, mais uma edição do Saúde Coletiva em Debate, com o tema “Suplemento do Estudo TQT-COVID-19 na RSP: estratégias de enfrentamento da COVID-19 e aprendizados para o futuro”. A sessão reunirá pesquisadores e especialistas para discutir evidências produzidas durante a pandemia e seus desdobramentos para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Coordenado pela professora Inês Dourado (ISC/UFBA), o encontro contará com a participação de Valdiléa Veloso (INI-Fiocruz/RJ), que participará de forma online, além de Laio Magno (Fiocruz-BA e UNEB) e Thais Aranha Rossi (UNEB), como palestrantes presenciais.
A sessão terá como foco o Estudo TQT-COVID-19, uma iniciativa que investigou estratégias de enfrentamento à pandemia em territórios de maior vulnerabilidade social, com base na ampliação da testagem, no isolamento, na quarentena e no telemonitoramento no âmbito da atenção primária à saúde em Salvador e no Rio de Janeiro.
Durante o encontro, serão apresentados os principais eixos do suplemento publicado na Revista de Saúde Pública (RSP), abordando temas como comportamentos preventivos, desinformação, cuidado às condições crônicas, condições para isolamento domiciliar, percepção de profissionais e gestores sobre a testagem, mobilização comunitária, uso de autotestes e monitoramento das intervenções. Também serão discutidos os impactos da pandemia sobre a saúde e o trabalho das equipes de saúde.
A atividade propõe, ainda, uma reflexão sobre os aprendizados acumulados ao longo da experiência, destacando avanços importantes, como a ampliação do acesso à testagem, e desafios persistentes da atenção primária, incluindo desigualdades territoriais, precarização do trabalho em saúde e a necessidade de fortalecimento das ações de vigilância e comunicação em saúde.
Aberto ao público e com tradução em Libras, o Saúde Coletiva em Debate reafirma o compromisso do ISC/UFBA com a produção e disseminação de conhecimento científico crítico, contribuindo para o aprimoramento das políticas públicas e para a construção de respostas mais equitativas frente às emergências sanitárias.







